foste o único que me abraçou quando eu realmente precisava..
o único que reparou que era o que eu necessitava..
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
os de verdade, conto pelos dedos da mão.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
- preciso de falar contigo. - disse-lhe ele.
- fala.
- não. aqui não. vem comigo, por favor.
- para onde?
-num sítio onde ninguém nos oiça, nem nos observe.
...
- olha..
- espera, deixa-me ser eu a começar, - diz ela, interrompendo-o - dá-me a tua mão.
- espera, deixa-me ser eu a começar, - diz ela, interrompendo-o - dá-me a tua mão.
- para que? - pergunta ele, enquanto dá a mão à rapariga.
- sentes? o meu coração fica assim cada vez que estou contigo, que falo contigo, que olho para ti. cada vez que passas por mim e cada vez que sorris para mim.
- sentes? o meu coração fica assim cada vez que estou contigo, que falo contigo, que olho para ti. cada vez que passas por mim e cada vez que sorris para mim.
vês os meus olhos? - interrogando-o ao mesmo tempo que lhe largava a mão- ficam assim cada vez que penso, que para ti, não passo apenas de mais uma.
- gostas de mim?
- ouviste o que eu disse?
- ouviste o que eu disse?
- gostas de mim?
- o que interessa isso? não irá servir de nada.
- o que interessa isso? não irá servir de nada.
- quem te disse isso?
- eu tenho olhos na cara!
- pois...
- eu tenho olhos na cara!
- pois...
- eu vejo o que tu fazes, e todas as raparigas com quem já andaste, não passaram apenas de "curtes". não gosto disso. todos nós temos sentimentos!
- eu sei...
- só sabes dizer isso?
- já te posso dizer o que queria?
- sim, claro...
- desculpa. este tempo todo enganei-te, e a mim também... na verdade eu gosto de ti e tudo o que eu faço é para te tentar esquecer. eu sei que não te mereço e ficar contigo seria uma loucura, linda, mas seria uma loucura. só uma coisa: acredita que faria qualquer coisa para te ver sorrir.
- então porque não podes cometer essa loucura? não me vês sorrir sem ti!
- tenho medo. medo de te magoar. se eu cometo essa loucura, no fim, sei que ainda vais ficar mais triste do que o que estás neste momento!
- eu não quero saber! faz-me sorrir, por mais pouco tempo que seja, vai valer MUITO mais a pena!
- só sabes dizer isso?
- já te posso dizer o que queria?
- sim, claro...
- desculpa. este tempo todo enganei-te, e a mim também... na verdade eu gosto de ti e tudo o que eu faço é para te tentar esquecer. eu sei que não te mereço e ficar contigo seria uma loucura, linda, mas seria uma loucura. só uma coisa: acredita que faria qualquer coisa para te ver sorrir.
- então porque não podes cometer essa loucura? não me vês sorrir sem ti!
- tenho medo. medo de te magoar. se eu cometo essa loucura, no fim, sei que ainda vais ficar mais triste do que o que estás neste momento!
- eu não quero saber! faz-me sorrir, por mais pouco tempo que seja, vai valer MUITO mais a pena!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
- que se passa? - perguntava ele admirado com a atitude da rapariga.
se me conhecesse minimamente saberia que não gosto do que ele está a fazer a si próprio, pensava a rapariga, que sem coragem suficiente para o dizer, limitou-se a responder que não se passava nada.
ambos se calaram por momentos.
- sou eu, não é? não te tenho dado a mínima importância, pois não?
- pois, se calhar temos ambos culpa .. - dizia a rapariga, quando fora interrompida por ele.
- eu sabia que já te devia ter contado... eu gosto de uma rapariga, mas tenho sido estúpido para ela e ela tem se afastado cada vez mais de mim. não consigo mais tentar te-la por perto enquanto ela cada vez mais se afasta de mim! por favor ajuda-me!
a rapariga com os olhos cheios de lágrimas tentava conter-se, e dizer algo que o ajudasse, que o confortasse, mas nada lhe vinha a cabeça, a não ser os momentos que ambos tinham passado, as suas melhores recordações.
se me conhecesse minimamente saberia que não gosto do que ele está a fazer a si próprio, pensava a rapariga, que sem coragem suficiente para o dizer, limitou-se a responder que não se passava nada.
ambos se calaram por momentos.
- sou eu, não é? não te tenho dado a mínima importância, pois não?
- pois, se calhar temos ambos culpa .. - dizia a rapariga, quando fora interrompida por ele.
- eu sabia que já te devia ter contado... eu gosto de uma rapariga, mas tenho sido estúpido para ela e ela tem se afastado cada vez mais de mim. não consigo mais tentar te-la por perto enquanto ela cada vez mais se afasta de mim! por favor ajuda-me!
a rapariga com os olhos cheios de lágrimas tentava conter-se, e dizer algo que o ajudasse, que o confortasse, mas nada lhe vinha a cabeça, a não ser os momentos que ambos tinham passado, as suas melhores recordações.
a vida dela tinha parado naquele momento.
voltaram ao silêncio. um silêncio que a magoava cada vez mais, mas algo parou essa dor. ele agarrara-a e abraçara-a, sussurrara-lhe ao ouvido: precisava apenas que me dissesses como chegar até ti, pois a rapariga de que eu gosto és tu!
ela olhara-o nos olhos. como uma força e coragem que nunca tivera antes e beija-o de uma maneira única, como já há muito desejara fazer, e dissera-lhe: não há maneira de chegares mais perto de mim, pois já és como uma parte do meu coração. peço-te apenas que nunca me deixes, pois quero-te sempre perto de mim.
ela olhara-o nos olhos. como uma força e coragem que nunca tivera antes e beija-o de uma maneira única, como já há muito desejara fazer, e dissera-lhe: não há maneira de chegares mais perto de mim, pois já és como uma parte do meu coração. peço-te apenas que nunca me deixes, pois quero-te sempre perto de mim.
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